sábado, 20 de junho de 2009

Vou me lembrar ... Mas não é disso que vou viver ..

Sempre que a chuva cair vou me lembrar,
De como tudo começou,
De nossa amizade,
De nosso amor,
Dos dias em que você me protegeu do frio,
Dos nossos corpos quentes em nosso ninho.
Das lagrimas derramadas,
Do fim de nossa estrada,
De um dia ter sido sua,
De nossas vidas sendo só uma,
De um sonho que acabou,
Da esperança de um novo amor,
Da beleza das noites frias,
Das noites em que passei sozinha,
Da lagrima em meu olhar,
Do seu choro quando disse te amar,
Talvez desse passado eu vá me lembrar
Mas não é dele que vou viver.
Tivemos nossa historia, nosso momento.
Agora que fique tudo só nas lembranças de um tempo bom,
Porque o hoje? Ah o hoje!
Me reserva uma surpresa maravilhosa,
Qual seria ela? Ainda não sei.
Mas essa é a melhor parte.....

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amanhecer ...



Ontem ao olhar em minha volta,
Avistei o amor batendo em minha porta,
Não avisou que vinha
Não perguntou se podia entrar,
Simplesmente invadiu minha vida,
E disse que vinha para ficar.
Hoje o amor me virou as costas
Saiu, e não sei se vai voltar.
Não me deu explicações
Não mostrou suas razões.
Mas amanha é um novo dia,
E como em cada manha o sol voltara a nascer,
E quem sabe com ele um novo amor venha florescer.

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Jardim...


Havia um muro enorme, com um grande portão na entrada, já era tarde da noite o sol já havia se posto a mais de três horas, o céu estava com poucas nuvens e também com poucas estrelas.. Mas as que tinham estavam mais brilhantes do que nunca, era dia de lua cheia ela estava tão próxima que parecia possível tocá-la. Resolvo em um impulso pular o muro, ao chegar do outro lado me surpreendo ao ver que um muro velho, feio, com um portão verde e enferrujado guardava algo tão belo em seu interior, me deparei com talvez o maior jardim que já vi. Ele estava mal cuidado, o mato já estava grande e chegava aos meus joelhos, mas mesmo assim ele não havia perdido sua beleza. Avistei flores amarelas, lindas tulipas amarelas, eram lindas e suntuosas, logo mais a frente havia uma fonte que parecia não funcionar a anos, mas era a fonte mais linda que meus olhos já viram, ela havia sido coberta por milhares de flores, tão colorida,tão graciosa que parecia um arco-íres.as rosa cobriam todo o jardim talvez as maiores e mais vistosas rosas que alguém já viu.
Bem no meio daquele jardim deslumbrante havia uma arvore com galhos majestosos e em um deles tinha um balanço,fui então em sua direção e me sentei. Estava eu bem no meio do jardim quando uma brisa suave e doce sopra meu rosto.
balançava meu corpo naquele velho balanço, quando vejo que não estava sozinha naquele jardim havia mais alguém lá. Pude ver a silhueta de um homem alto e robusto. De inicio tomei um enorme susto, me levantei rapidamente, caminhei para o muro, quando escuto a voz daquela misteriosa silhueta. “Ola, porque você pulou esse muro?” ele me perguntou, respondi então que não sabia explicar o porque, apenas sabia que havia pulado, como se algo me chamasse. Ele se aproximou de mim e disse que também não sabia explicar o porque dele estar lá. Parecia que o destino queria que nos encontrássemos. Ele veio se aproximando de mim e então pude ver mais do que uma silhueta, não estava mais com medo, ficamos ali por algumas horas conversando. Parecia que nos conhecíamos a anos, mas tínhamos que ir embora, não podíamos ficar mais. Ele me ajudou a pular o muro, me deu um abraço e nos despedimos.

O acaso fez com que nos encontrássemos, mas a vida fez com que tivéssemos que nos despedir.....