Ele coleciona textos, poemas e pessoas, vasta é sua coleção mas de nada adiantam quando a noite o frio ele sente. Ninguém que ele um pedaço levou pode nesse momento lhe dar calor. E assim ele vai fazendo colecionando e perdendo. Vai perdendo o real e ficando com o ideal, já tem muito para contar, colecionou cartas, olhares, beijos e corpos.
Ele brinca com palavras sinceras, esconde sua real face, ninguém sabe dizer o porque desse desejo de colecionar, acho que nem mesmo o colecionador sabe explicar, mas ele tem a capacidade de destruir ate o mais belo jardim. Como um parasita ele suga tudo que ali existe quando já não há mais o que colecionar ele logo vai outro alvo procurar.
Querido colecionador no fim posso dizer que você não me decepcionou.
“Acho que no fundo ambos éramos covardes para admitir que essa relação já havia se iniciado morta.”
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